Poucas pessoas conhecem tanto da rivalidade entre Inter e Grêmio quanto Roger Machado. Sem clube desde que deixou o São Paulo em maio, o treinador voltou a morar em Porto Alegre (RS) e vai acompanhar com atenção o duelo desta quinta-feira, 27, o Grenal nº 453, disputado no Beira-Rio, pelas quartas de final da Copa do Brasil 2026.
Ídolo como atleta do Grêmio entre 1994 e 2003, Roger Machado, de 51 anos, viveu tanto o lado tricolor quanto o colorado durante a sua carreira como treinador. Em entrevista exclusiva à PLACAR, cuja íntegra será publicada na próxima sexta-feira, 28, Roger Machado contou sobre como é a sua relação com os torcedores pelas ruas da capital gaúcha.
Na segunda fileira, Roger (o segundo da esq. para a dir.) durante a histórica foto do título da Libertadores de 1995 - Edison Vara/Placar
“Quando eu saía na rua, de dez torcedores que eu encontrava, sete eram gremistas que pediam uma foto, agradeciam pelos trabalhos e pelas conquistas; os outros três eram colorados, que me elogiavam pela postura como como adversário, como rival e em algum momento falavam que gostaria de me ver como treinador depois”, conta Roger, que conquistou mais de dez títulos como jogador gremista. A conquista mais marcante do ex-lateral-esquerdo foi a Copa Libertadores de 1995, segunda taça conquistada pelo tricampeão.
“Depois da minha passagem pelo Inter, alguns gremistas ficaram decepcionados comigo. Dos dez que me abordavam (na rua), hoje, são cinco gremistas e cinco colorados.
