Prós e contras
Prós
Visual fofo e charmoso que contrasta com a dificuldade real
Mapas feitos à mão, embaralhados a cada partida, garantem que a subida parece sempre nova
Sempre há uma mecânica ou combinação nova para descobrir, o que não torna o jogo tão repetitivo.
Loop de jogo com potencial para sessões curtas, para uma diversão rápida.
Contras
Controles não são intuitivos, porém a decisão de design torna o jogo mais complicado do que deveria: mirar o gancho e pular usando o joystick direito e o X (controle PS5) causa situações frustrantes!
O embaralhamento aleatório das salas às vezes cria situações impossíveis de resolver
Mortes frequentes por falhas que não parecem culpa do jogador
Nenhuma meta progressão entre tentativas: morreu, volta tudo ao templo 1
Sobre a premissa
Pit Panic coloca o jogador no papel de um arqueólogo preso em um templo asteca que está afundando. A missão é simples de entender e impossível de relaxar: subir, sempre subir, antes que a estrutura desmorone e a água tome conta de tudo. É dessa urgência constante que vem o nome do jogo. “Pânico” não é força de expressão, é o estado permanente de quem está com o controle na mão.
Ao longo da escalada, o jogo vai apresentando novas mecânicas: armadilhas, transformações de terreno e um gancho multifuncional que serve tanto para destruir blocos quanto para balançar entre plataformas e alcançar tesouros escondidos.
