A atração instantânea por alguém pode surgir em questão de segundos, antes mesmo que se conheça a personalidade ou gostos. Um estudo publicado no British Journal of Psychology, em 2025, analisou rosto, movimento corporal, voz e odor, confirmando a participação dessas modalidades na percepção de atratividade.
Essa sensação, popularmente chamada de “química”, não é mágica. Ela resulta de uma complexa avaliação cerebral de diversas informações captadas rapidamente.
Não há um mecanismo isolado que explique o processo. Aparência, cheiro, voz, movimentos corporais, experiências prévias e preferências individuais são fatores que contribuem para essa primeira avaliação.
As avaliações do estudo também foram influenciadas por preferências pessoais e compartilhadas.
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Mais que o rosto: a complexidade da primeira impressão
Essa combinação de fatores explica por que é difícil apontar uma única característica como responsável pela atração. A primeira impressão é construída por informações sensoriais que chegam por diferentes canais e são processadas em conjunto pelo cérebro.
Embora o rosto seja frequentemente associado à atração, focar apenas na aparência ignora elementos cruciais. A voz, a forma de se movimentar e até o cheiro fornecem dados importantes sobre a pessoa.
