A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) divulgou nota ressaltando que eventuais não conformidades identificadas em marcas que comercializam arroz tipo 1 (classificação que exige o mínimo de 92,5% de grãos inteiros e uniformes) devem ser analisadas de forma individual, considerando as características de cada produto, empresa e amostra.
A resposta da entidade acontece em decorrência de levantamento realizado pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que identificou inconformidades na classificação de arroz vendido ao consumidor.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
A entidade gaúcha fez coletas do produto entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 em 167 estabelecimentos de 32 cidades do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Das 268 amostras comercializadas como arroz Tipo 1 e submetidas à análise em laboratório credenciado, 215, o equivalente a 80,22%, apresentaram classificação inferior à declarada.
A seleção feita pela Federarroz priorizou produtos que apresentavam indícios visuais de desconformidade com a classificação declarada, além de itens encontrados nas menores faixas de preço das gôndolas pesquisadas.
