A falência da Oi foi adiada, mais uma vez, no final de junho, mas não teve jeito. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro bateu o martelo para confirmar a liquidação da companhia na última segunda, 24, ao rejeitar de vez os recursos apresentados por instituições financeiras como o Itaú e o Bradesco. Como resultado dessa medida, a empresa perde a proteção da recuperação judicial e terá que dar início à venda de seus bens.
Para entender em que pé o caso está hoje, é preciso voltar ao ano passado. A Justiça já havia decretado a falência da Oi em novembro de 2025, visto que a companhia não conseguiu cumprir as promessas do plano de resgate econômico. Os bancos credores recorreram da decisão logo em seguida, o que suspendeu os efeitos práticos da quebra temporariamente até a conclusão do julgamento atual.
Durante os meses de paralisação do processo, a situação financeira da operadora piorou de maneira acelerada. Os documentos apresentados ao tribunal em julho deste ano apontaram que o caixa da empresa despencou para apenas R$ 19 milhões, valor considerado baixo demais para sustentar o ritmo das operações diárias, e isso acendeu um alerta vermelho sobre o futuro da Oi.Clique aqui para ler mais
