A franquia Plague Tale conquistou inúmeros fãs com os dois jogos que contavam a história dos irmãos Amicia e Hugo, mas o gameplay focado em furtividade não era tão agradável para todos que queriam conhecer mais sobre os títulos. É aí que a prequela Resonance: A Plague Tale Legacy entra em cena, já além de ter um gameplay bem diferenciado ao que estamos acostumados na série, também conta uma trama anterior aos eventos dos outros games, ou seja, é o ponto de entrada perfeito para quem ainda não experimentou nada relacionado à franquia.
O game chega ao PC, PS5 e Xbox Series nesse finalzinho de agosto, mas nós tivemos a oportunidade de conferí-lo na íntegra com antecedência. Você pode conferir nossas principais impressões sobre Resonance: A Plague Tale Legacy logo a seguir!
Um ponto de partida perfeito
Conforme já mencionamos, os eventos de Resonance se passam 15 anos antes dos outros jogos, então você não precisa ter jogado nada para entender sua história, mas há algumas referências à personagens e situações que podem ser mais claras se já tiver. Desta vez, seguimos a história de Sophia, a pirata que Amicia e Hugo conhecem em Plague Tale: Requiem. Desde criança, ela sempre teve visões de uma ilha na qual havia um grande palácio, cavaleiros, tesouros, mistérios e um monstro aterrorizante. Sua comunidade viveu por anos em busca de uma chave que os ajudaria a abrir as portas desse palácio para encontrar o tesouro escondido.
