Quando a gente olha para as grandes inovações tecnológicas do setor espacial nos últimos anos, dá para perceber que está acontecendo algo. Veículos cada vez maiores, mais potentes e baratos. Motores extremamente eficientes, foguete dando ré, sendo apanhado por braço mecânico e até… tomando banho de mar.
Não há dúvidas: estamos vivendo uma era de revolução das tecnologias espaciais. Um momento em que a humanidade se prepara para expandir suas fronteiras cósmicas. E para você não ficar para trás nessa aventura, iniciamos hoje uma série sobre viagens espaciais, em que abordaremos os principais desafios e as inovações que podem nos levar cada vez mais longe. Quase como um guia de viagem para quem deseja explorar os melhores destinos da galáxia.
E para começar, uma série de dicas e informações sobre como ir à Lua gastando pouco!
Claro, a Lua não é exatamente um novo destino. Nós já fomos lá antes. Ao todo, seis viagens entre 1969 e 1972. Mas acabamos exagerando nos gastos e ficamos mais de 50 anos sem voltar. Só pagando fatura… Em valores atualizados, o Programa Apollo custou cerca de 300 bilhões de dólares, uma média de 50 bilhões para cada pouso bem sucedido em solo lunar. Por isso, para retornarmos à Lua, precisamos aprender a fazer isso gastando pouco.
E uma boa dica para economizar nas viagens espaciais é: não jogue fora o seu veículo! Pois é, falando assim até parece loucura. Mas durante décadas foi exatamente isso que fizemos a cada lançamento espacial.
