Na última segunda-feira (25), a Justiça do Rio de Janeiro decretou novamente a falência da Oi, encerrando mais uma tentativa de recuperação da operadora. A decisão ocorre após anos de crise financeira, venda de ativos e tentativas de reorganização da empresa, que acumula atualmente dívida de R$ 22 bihlões, segundo a justiça carioca.
Apesar da falência, a situação não significa que os serviços de telecomunicações serão interrompidos imediatamente. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acompanha o processo e diz que a prioridade é garantir a continuidade dos serviços considerados essenciais.
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Anatel acompanha transição após falência
Em comunicado, a Anatel afirmou que está acompanhando os efeitos da decisão judicial e que pretende trabalhar em conjunto com o administrador judicial e o próprio Judiciário:
“A Anatel aguarda o inteiro teor da decisão e atuará em cooperação com o Administrador Judicial e o Juízo para assegurar uma transição ordenada e sem descontinuidade dos serviços.”
A agência também destacou que dará atenção especial aos serviços de interesse social, além de obrigações ligadas à telefonia, aos códigos de emergência e de utilidade pública e às interconexões.
Isso significa que a falência não representa, neste momento, um desligamento automático das linhas e demais serviços que ainda dependem da infraestrutura da Oi.
