“Jolene, Jolene, Jolene, Jolene”. Os quatro versos iniciais de um dos maiores clássicos da música country são imediatamente reconhecíveis. Lançada por Dolly Parton em 1973, a canção narra o desespero de uma mulher diante da possibilidade de perder o marido para outra, e, embora a história pareça saída da ficção, a inspiração veio de uma situação real vivida pela cantora.
Jolene não era, de fato, o nome da mulher que despertou o ciúme de Dolly. A composição nasceu da combinação de dois episódios diferentes. Primeiro, o flerte de uma funcionária de banco com o marido da artista, Carl Dean, e, segundo, um encontro especial da artista com uma menina que tinha o nome que acabou batizando a música.
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Um flerte que virou música
Dolly e Carl Dean se casaram em 1966, quando ela tinha 20 anos e ele, 23. O relacionamento permaneceu longe dos holofotes durante as quase seis décadas, mas uma situação dos primeiros anos de matrimônio ganhou holofotes mundiais.
Segundo Dolly, uma funcionária de um banco que Carl frequentava desenvolveu uma forte atração por ele. O marido também gostava da atenção que recebia e, de acordo com a cantora, passou a frequentar o banco com bastante frequência.
A situação, porém, não chegou a representar uma ameaça concreta ao casamento.
