A vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União Brasil) deu voz de prisão na 3ª feira (25.ago.2026) a um homem que, segundo ela, teria feito uma oferta de propina em troca de favorecer o grupo de empresas Oakmont Group. Coordenadora da campanha de Renan Santos (Missão) à Presidência, ela faz parte do Movimento Brasil Livre, onde começou sua carreira política.
Em 2022, Vettorazzo se candidatou a deputada estadual pelo União Brasil e se tornou 1ª suplente. Durante a campanha, entregou um diploma de “pior ministro para São Paulo” ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), quando era candidato a governador. Em 2024, foi eleita vereadora em São Paulo com pautas voltadas a cidades inteligentes e à causa animal. Recebeu mais de 40.000 votos.
Na Câmara de Vereadores, ganhou repercussão ao protocolar o projeto conhecido como lei “anti-Oruam”. O nome é em referência ao rapper carioca Oruam, filho de Marcinho VP -indicado como um dos líderes do Comando Vermelho. O objetivo era proibir que a Prefeitura de São Paulo contratasse ou apoiasse eventos que envolvam apologia ao crime e a organizações criminosas.
Na 3ª feira (26.ago), Renan Santos afirmou que, se eleito presidente, vai escolher Vettorazzo como sua ministra da Secretaria Geral da Presidência.
VOZ DE PRISÃO
Vettorazzo convocou a imprensa para anunciar o caso na 3ª feira (25.ago), no 1º Distrito Policial de São Paulo, no bairro da Liberdade (SP).
