Candidato do Partido Social Democrático (PSD), Ronaldo Caiado, 76 anos, disputará a Presidência da República pela segunda vez. O médico e líder ruralista que construiu a carreira política ancorado em pautas conservadoras e do agronegócio aposta em um plano de governo de quatro frentes para tentar subir a rampa do Palácio do Planalto.
Na área de segurança pública, Caiado promete endurecer as políticas de combate ao crime organizado. A principal medida apresentada pelo presidenciável é a criação de uma Lei do Terrorismo Doméstico para classificar organizações criminosas que dominam grandes extensões do território brasileiro. O candidato também defende maior atuação das Forças Armadas e quer implementar uma “polícia” da América do Sul com integração entre os países fronteiriços ao Brasil.
Crítico da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Caiado propôs um plano fiscal intitulado “Governo Eficiente” para “equilibrar as contas, cortar desperdícios e respeitar o dinheiro público”. O candidato se comprometeu a “dar segurança” aos setores agropecuário, comercial, industrial, além dos pequenos empreendedores. Ele afirmou que tratará a saúde e educação com prioridade.
Quando teve a sua pré-candidatura ao Planalto oficializada, o presidenciável prometeu anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e os condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro. “Eu vim com esse objetivo de pacificar o Brasil.
