As militâncias do presidente Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) se atacam há semanas com base em investigações e, sobretudo, vazamento dos casos Lulinha e Dark Horse.
Ainda assim, os presidenciáveis se colocam na defensiva. Lula ensaiou falar com a imprensa após uma cerimônia do Dia do Soldado em Brasília, mas deixou a entrevista coletiva sem responder sobre a situação de seu filho mais velho.
Já na segunda-feira (24), Flávio Bolsonaro recuou da promessa de apresentar publicamente mais informações sobre o financiamento do filme inspirado na história do pai. “A prestação de contas foi feita dentro da investigação que está acontecendo em São Paulo e a própria imprensa vazou”, afirmou.
Vazamento da vez: A sequência de vazamentos sobre Lulinha coincidiu com a PF (Polícia Federal) liberando aos autos do processo sobre as fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) os dados brutos que havia colhido em quebras de sigilo. Agora, a campanha petista espera que a autorização do ministro Flávio Dino para que a Polícia Civil de São Paulo compartilhe informações de investigações sobre a produtora do “Dark Horse” com a PF gere um efeito semelhante.
