Muito comum em nosso país, a classificação do caju costuma não ser uma unanimidade entre os brasileiros. Fruta ou castanha? Essa dúvida pode surgir normalmente em uma conversa comum e se tornar tema de debate.
Entre as duas opções, uma surpresa: a parte carnosa e suculenta que é consumida é considerada, na verdade, um pseudofruto. Este pedaço é formado pelo desenvolvimento do pedúnculo floral enquanto o fruto real do cajueiro é a castanha, onde é possível encontrar a amêndoa comestível em seu interior.
Utilizado na produção de sucos, doces, licores, óleos e até papel, a produção do caju envolve diversas etapas. Além do cultivo, o alimento também por uma fase de industrialização e posteriormente de comercialização.
Rica em gorduras saudáveis e proteínas, a castanha de caju possui grande valor de mercado na balança comercial brasileira. A produção também contribui para a diversificação da agricultura, reduzindo riscos associados às oscilações de preços.
O caju é rico em vitamina C, antioxidantes e minerais essenciais, além de ser fonte de gorduras consideradas benéficas, que são associadas à redução do colesterol ruim. A castanha contém triptofano, substância importante na produção de serotonina e relacionada à sensação de bem-estar.
Presente em diversas receitas tradicionais, como bolos e bebidas, o alimento ainda representa parte da identidade regional, especialmente em festividades e manifestações culturais da região Nordeste do país.
