O mercado físico do boi gordo ainda se depara com tentativas de compra em patamares mais baixos, em um ambiente de maior disponibilidade de gado para abate.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos de maior porte têm encontrado menor dificuldade na composição de suas escalas, contando com a incidência de animais de parceria, somado a utilização de confinamentos próprios.
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Enquanto isso, ainda são evidenciadas especulações no mercado futuro, considerando o retorno precoce da China às compras de carne bovina brasileira, fazendo uso de rotas mais longas para que o produto chegue apenas em 2027.
“Essas operações parecem improváveis diante do adicional de custo logístico. De qualquer forma é evidenciada grande distância entre mercado físico e o vencimento setembro na B3. É válido mencionar que o consumo doméstico permanece deprimido, com expectativa de nova queda dos preços da carne no atacado”, disse o especialista.
