A cantora Dolly Parton morreu nesta terça (25) aos 80 anos, conforme anunciado por sua família. Pouco antes de morrer, a cantora se preparava para lançar o “Museu Dolly: Minha Vida de Muitas Cores”, uma exposição que passa por toda a sua vida.
O museu tinha previsão de abertura em meados de outubro, em uma exposição que foi idealizada e montada pela própria Dolly e sua equipe. “Eu fui abençoada com uma vida cheia de histórias e finalmente posso dividir com vocês em um lugar no ‘Minha Vida de Muitas Cores Museu'”, declarou a cantora em uma de suas últimas publicações no Instagram. “Em uma das maiores exibições que o mundo já viu.”
O espaço está dividido em salas temáticas das várias facetas da vida de Dolly, como a sala “Vida na Estrada”, que faz uma réplica de ônibus de turnê e passa pela sua vida musical, desde os primeiros shows até a carreira internacional, e a “Sala de Escrita da Dolly”, uma sala de composição com manuscritos da cantora, reproduzindo um de seus lugares favoritos para escrever, uma cabana nas Montanhas Smoky, no Tennessee e Carolina do Norte.
No “Guarda-Roupa de Dolly”, as principais peças da artista estão expostas em manequins e figurinos icônicos de suas quase sete décadas de paetês e brilhos.
O “Hall da Fama” reúne as conquistas da cantora no século XXI, com suas principais composições, vitórias e figurinos. Por fim, a “Biblioteca da Imaginação” é uma área de doação de livros e sua filantropia.
