A cantora Dolly Parton (1946-2026) faleceu nesta terça-feira (25) aos 80 anos. A morte foi confirmada por Brian Seaver, sobrinho da artista, em um vídeo publicado no perfil do Instagram de Parton.
Para além dos feitos expressivos no meio musical e da conquista de um Oscar Honorário por suas contribuições em causas humanitárias, a artista country também impactou o mundo da ciência no final da década de 1990.
Ao clonarem com sucesso pela primeira vez um animal, os cientistas responsáveis pela criação da icônica Ovelha Dolly resolveram homenagear a celebridade ao nomear a ovelha com o mesmo nome artístico de Parton.
“Fiquei lisonjeada. Sabe, quando os cientistas clonaram a ovelha Dolly, eles usaram as glândulas mamárias. É assim que eles as chamam… glândulas… os seios. Eles disseram: ‘Ah, nós temos essa ovelha, Dolly…’ Todo mundo sempre fazia alarde disso [aponta para o peito], então foi por isso que tínhamos a ovelha Dolly”, falou a cantora em entrevista ao The Guardian em 2024.
A ovelha Dolly viveu seis anos e deu à luz seis cordeiros antes de desenvolver problemas de saúde, que, posteriormente, ocasionaram sua eutanásia em 14 de fevereiro de 2003. A decisão foi tomada em prol do bem-estar do animal.
Na época em que seu nascimento foi anunciado, o feito se tornou um dos assuntos mais comentados do mundo, dada a importância do sucesso da clonagem. O corpo taxidermizado da ovelha permanece em exibição no Museu Nacional da Escócia.
“Senti muita tristeza quando ela morreu.
