A Polícia Federal realizou, nesta 3ª feira (25.ago.2026), a operação Presciência para investigar possíveis irregularidades na aplicação de R$ 1,2 milhão do Regime Próprio de Previdência Social de Campo Grande (MS) em carteiras do Banco Master. A informação é do g1.
Foram cumpridos 6 mandados de busca e apreensão, além de medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As ordens foram expedidas pela 3ª Vara Federal de Campo Grande.
Segundo a PF, a investigação teve início a partir de um relatório sobre letras financeiras produzido pela Coordenação de Auditoria do Departamento dos Regimes Próprios do Ministério da Previdência Social.
O QUE DIZ A INVESTIGAÇÃO
As investigações indicam que funcionários públicos envolvidos no processo decisório deixaram de observar procedimentos técnicos e administrativos aplicáveis. Assim, segundo a PF, expuseram o patrimônio do regime a riscos.
Os investigados podem responder pelos crimes de gestão temerária, corrupção passiva e ativa.
Em nota, a prefeitura disse que “acompanha as investigações conduzidas pela Polícia Federal” e que Campo Grande “foi uma das primeiras cidades do Brasil a garantir o ressarcimento de valores aplicados” junto ao Master.
