Os Estados Unidos retiraram formalmente, nesta segunda-feira, 24, a Síria da lista de países patrocinadores de terrorismo. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que a medida elimina os principais obstáculos ao investimento privado e à recuperação econômica do país.
Rubio autorizou a retirada depois do fim do prazo obrigatório de 45 dias para que o Congresso fosse notificado. O processo havia sido iniciado pelo presidente Donald Trump em julho, quando ele informou ao Congresso que o governo sírio havia deixado de apoiar atos de terrorismo internacional.
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A decisão também retirou o grupo Hay’at Tahrir al-Sham (HTS) da classificação de Organização Terrorista Global Especialmente Designada (SDGT). Segundo Rubio, as medidas representam “mais um passo histórico do presidente Trump para dar ao povo sírio um caminho para a prosperidade”.
Cuba, Irã e Coreia do Norte continuam na lista dos países classificados pelos Estados Unidos como patrocinadores de terrorismo.
Medidas ligadas ao combate ao terrorismo
Rubio afirmou que Washington adotou medidas sem precedentes no último ano para aliviar sanções contra a população síria. Ele citou a ordem executiva de Trump de junho de 2025 que encerrou o programa de sanções contra a Síria e a emergência nacional relacionada ao país.
O secretário disse que as decisões consideraram ações do governo do presidente Ahmed al-Sharaa para afastar a Síria de atos de terrorismo internacional.
