O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), rebateu nesta terça-feira (25) acusações de que o governo paulista teria interferido ou segurado o avanço de uma investigação da Polícia Civil que alcançou pessoas ligadas à produção de “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Questionado sobre críticas de petistas à condução do caso e sobre a demora na análise do material apreendido, Tarcísio classificou as acusações como um desrespeito à corporação.
“Primeiro, isso é um desrespeito com a Polícia de São Paulo. É uma polícia extremamente profissional, é uma polícia de Estado, não é uma polícia de governo”, afirmou.
O governador também garantiu que será cumprida a decisão do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a Polícia Federal a ter acesso a documentos, dados e materiais apreendidos pela Polícia Civil paulista durante a Operação Wi-Fi, deflagrada em junho.
“A Polícia Militar é uma polícia profissional, a Polícia Civil é uma polícia profissional e a gente tem que ter confiança nas instituições de Estado. […] Obviamente, se tem uma determinação judicial, a determinação vai ser cumprida”, disse Tarcísio.
A manifestação ocorreu durante um evento sobre violência doméstica em São Paulo.
