A Febre do Nilo Ocidental, que é causada principalmente pela transmissão do vírus através da picada de pernilongos, teve quatro casos registrados nesta semana, dois em São Paulo e dois em Santa Catarina. Em Imbituba, no estado catarinense, uma idosa de 77 anos morreu.
De acordo com o Ministério da Saúde, as principais áreas de risco para contaminação da doença estão em espaços rurais e silvestres.
Esses locais são frequentemente frequentados por aves silvestres, responsáveis pela transmissão do vírus aos mosquitos, principalmente os pernilongos.
Por isso, a pasta alerta que pessoas que trabalham ao ar livre, como médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas, biólogos, agricultores e jardineiros, devem redobrar a atenção ao atuar nesses locais.
Na maioria dos casos, a infecção causa sintomas considerados leves, como febre, náusea, vômito e dor muscular. Porém, alguns indivíduos podem desenvolver doenças neurológicas severas, como meningite, encefalite ou paralisia flácida aguda. Os indivíduos podem apresentar fraqueza, sintomas gastrointestinais e alteração no “padrão mental”.
Até o momento, o Brasil não possui vacinas utilizadas para prevenir a doença.
Uma morte em SC
Dois casos de Febre do Nilo Ocidental foram confirmados pela SES (Secretaria de Estado da Saúde) em Santa Catarina nesta segunda-feira (24). De acordo com a secretaria, um dos casos resultou em um óbito e o outro estava em internação, mas recebeu alta.
