Um juiz dos Estados Unidos rejeitou a tentativa de Ghislaine Maxwell de anular sua condenação e sua sentença de 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de meninas adolescentes.
Em uma decisão tornada pública nesta terça-feira (25), o juiz distrital Paul Engelmayer, de Manhattan, em Nova York, disse que todas as alegações de Maxwell eram “infundadas“, e que todas ou quase todas eram “frívolas”.
Maxwell, de 64 anos, que se representou no processo, contestou sua condenação por tráfico sexual de menores em dezembro de 2021 e sua sentença em um tribunal federal de Manhattan e pediu um habeas corpus declarando sua punição ilegal.
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Os promotores disseram que suas alegações mais recentes não tinham fundamento ou foram apresentadas tarde demais.
Maxwell disse que muitos documentos divulgados no início deste ano por meio da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein mostram que seus direitos ao devido processo legal foram violados porque os advogados que representavam as acusadoras de Epstein atuaram como “promotores de fato e agentes do governo”.
Mas o juiz disse que essas supostas evidências “novas” eram, em grande parte, irrelevantes para o caso dela.
