A evolução das telas protagoniza a história de algumas das tecnologias que mais influenciam o nosso dia a dia. Enquanto as TVs avançaram do preto e branco para modelos inteligentes, maiores e mais imersivos, os dispositivos móveis passaram de pequenos visores monocromáticos para telas sensíveis ao toque que hoje concentram grande parte da nossa vida digital. Em formatos e momentos diferentes, essas duas trajetórias transformaram a maneira como consumimos conteúdo, trabalhamos, estudamos e nos comunicamos.
A experiência digital deixou de estar concentrada em um único ambiente ou dispositivo para acompanhar as pessoas no trabalho, nos estudos, nos deslocamentos e no lazer, e com isso smartphones e tablets conquistaram uma posição estratégica como as telas mais próximas das pessoas, conectando diferentes atividades ao longo do dia.
Para a indústria, essa mudança amplia o significado de desenvolvimento e inovação. Nos televisores, avançamos ao ponto de criar e fornecer imersão, escala e fidelidade visual, e nos dispositivos móveis o objetivo é fazer com que esses atributos acompanhem condições que variam constantemente, como os deslocamentos, a iluminação do ambiente, o tipo de conteúdo e o tempo dedicado a cada atividade.
Essa discussão ganha força em um momento de amadurecimento do mercado mobile.
