Depois que o Tim Cook confirmou que o iPhone vai ficar mais caro, parece ter virado moda. Os celulares da Xiaomi vão ficar mais caros no Japão a partir de setembro. A empresa anunciou reajustes em diferentes smartphones e tablets, citando o aumento nos preços da memória e de outros componentes. Em alguns casos, o valor dos aparelhos subirá em até 20 mil ienes (cerca de R$ 500).
Entre os modelos afetados estão o Xiaomi 17T Pro e diferentes versões dos POCO X8 Pro e X8 Pro Max. O reajuste mais expressivo chega a aproximadamente 25% em algumas configurações.
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O Xiaomi 17T Pro com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, por exemplo, passará de 119.800 ienes (cerca de R$ 4.200) para 139.800 ienes (R$ 4.900). Já a versão com 12 GB de RAM e 512 GB sairá de 139.800 ienes (R$ 4.900) para 159.800 ienes (R$ 5.600).
Nos modelos da POCO, o X8 Pro Max de 12 GB + 256 GB subirá de 79.980 ienes (R$ 2.800) para 99.980 ienes (R$ 3.500). A versão com 512 GB passará de 89.980 ienes (R$ 3.100) para 109.980 ienes (R$ 3.800).
Os novos preços dos produtos Xiaomi e Redmi entram em vigor em 1º de setembro. Para os modelos afetados da POCO, os reajustes começam em 4 de setembro.
Alta da memória pressiona preços
Segundo a Xiaomi, a empresa vinha absorvendo parte do aumento nos custos para manter os preços competitivos. No entanto, a alta da memória e de outros componentes chegou a um nível que tornou essa estratégia difícil de manter.
