Agricultores trabalham em uma plantação de arroz em Leshan, na província de Sichuan, na China
Reuters/China Daily
Em meados de agosto, a China comprou pouco mais de meio milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos para o próximo ano comercial.
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Essa quantidade, no entanto, representa apenas uma parte do total de suas importações: segundo a agência de notícias Reuters, em outubro passado, a China concordou em comprar aproximadamente 25 milhões de toneladas de soja anualmente dos EUA. O acordo é válido até o final de 2028.
Embora o 15º Plano Quinquenal estabeleça como objetivo produzir cada vez mais alimentos dentro do próprio país, a China não consegue substituir todas as importações, como a soja.
Essa leguminosa, rica em proteínas, serve não apenas como alimento para humanos, mas principalmente como ração para as enormes criações de suínos, aves e peixes da China.
Segurança alimentar: um desafio de estratégia e sobrevivência entre EUA e China
A agricultura chinesa dificilmente conseguirá superar essa dependência devido aos recursos limitados de terra e água disponíveis.
A tentativa de garantir seu próprio abastecimento alimentar de forma mais eficaz é motivada, sobretudo, por um cenário internacional cada vez mais incerto.
A guerra na Ucrânia demonstrou a rapidez com que o abastecimento agrícola e as rotas comerciais podem ser interrompidos.
China reduz importação de alimentos e amplia produção agrícola
