Resumo
Xiaomi lançou o Xring O3, um processador proprietário para dispositivos móveis produzido em 3 nanômetros.
O chip é foi o primeiro que alcançou 5,22 milhões de pontos no popular benchmark AnTuTu.
A novidade une um processador deca-core com a GPU Mali-G2 Ultra NX de 16 núcleos, que promete um salto de 85% em processamento bruto.
A Xiaomi anunciou nesta segunda-feira (24/08) o Xring O3, seu mais novo processador proprietário para dispositivos móveis. O chip de alto desempenho estreia ainda neste ano no recém-confirmado Xiaomi 18 Fold e, segundo os números da fabricante, chega para disputar o topo do mercado de smartphones.
Produzido pela taiwanesa TSMC sob o processo de 3 nanômetros, o componente alcançou a marca de 5,22 milhões de pontos no popular benchmark AnTuTu V11, o primeiro SoC para celulares a romper a barreira dos 5 milhões de pontos.
O desenvolvimento levou 459 dias de trabalho das equipes de engenharia. Para sustentar esse e outros projetos, a divisão de semicondutores da companhia chinesa conta com um agressivo plano de investimento de 50 bilhões de yuans (cerca de R$ 36 bilhões na conversão direta) distribuídos ao longo de uma década.
O que faz do Xring O3 um processador tão rápido?
O Xring O3 chega como o sucessor direto do Xring O1, lançado em 2025. A arquitetura da CPU foge do padrão ao adotar um design deca-core (10 núcleos) construído apenas com núcleos de alto desempenho, dispensando núcleos focados em eficiência energética.
