A chamada inteligência artificial geral (AGI, na sigla em inglês) ainda é um conceito hipotético. Até agora, nenhuma tecnologia conseguiu reunir, de forma ampla, a capacidade de aprender, raciocinar e se adaptar a uma grande variedade de tarefas.
O termo saiu dos laboratórios e se inseriu no vocabulário corporativo. Executivos de empresas como OpenAI, Google DeepMind e Anthropic vêm citando a AGI com frequência cada vez maior, em previsões, relatórios e até documentos oficiais enviados a governos.
O problema é que ninguém sabe exatamente onde termina uma IA avançada e começa uma AGI. Essa falta de consenso ajuda a explicar por que as previsões sobre sua chegada são tão diferentes, para alguns, ela pode estar próxima; para outros, ainda faltam décadas.
Então, antes de falar em AGI, precisamos saber o que uma IA teria de fazer para receber esse nome. Afinal, se os sistemas que já usamos conseguem realizar tantas tarefas diferentes, por que ainda não há consenso de que eles possam ser considerados uma AGI?
Por isso, confira a seguir o que caracteriza esse tipo de inteligência, como ela se diferencia da IA que já usamos no dia a dia e o que dizem os principais nomes da área sobre o seu futuro.
O que torna uma AGI diferente?
O termo “geral” aplicado à AGI não significa simplesmente fazer muitas coisas.
