EUA anunciam sanções contra o Irã e ameaçam países que mantêm relações econômicas com o regime
A China afirmou, nesta terça-feira (25), que defenderá seus interesses e não deixará de negociar com o Irã após os Estados Unidos anunciarem uma nova leva de sanções contra o governo iraniano e ameaçarem países que não aderirem à “asfixia econômica” que Washington tenta impor a Teerã.
Questionado em uma entrevista coletiva sobre as medidas anunciadas pelo governo americano nesta segunda-feira (24), Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Chinês, afirmou:
"A cooperação entre China e Irã sempre aconteceu dentro do marco do direito internacional e não deve ser alvo de interferências ou perturbações. A China já afirmou em diversas graças que se opõe de modo veemente às avaliações unilaterais prejudiciais (...) A China tomará todas as medidas de segurança para salvaguardar com firmeza seus direitos e interesses".
A China é um dos principais compradores do petróleo iraniano e foi afetada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. Pequim defende um cessar-fogo no conflito e insiste que as avaliações americanas não resolverão a guerra.
China diz que comércio com Irã 'não deve ser alvo de interferências' após ameaças dos EUA
