O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) se esquivou nesta 2ª feira (24.ago.2026) de responder diretamente sobre a prestação de contas do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e cobrou o “follow the money” (siga o dinheiro, em português) sobre a movimentação financeira envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo, Flávio disse que não houve “recuo” na prestação de contas e afirmou que as informações estão disponíveis no “Google”, incluindo os valores gastos pela produtora.
Flávio havia prometido em maio que a produtora apresentaria, em até 30 dias, os gastos da produção. O prazo terminou em 18 de junho. Na ocasião, ele disse que a prestação de contas seria divulgada pela produtora Go UP Entertainment.
“Então, assim, da minha parte eu digo o seguinte: quem tem que prestar conta não sou eu, é o Lula que tem que prestar conta”, disse Flávio.
Apesar da fala do senador, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino autorizou, nesta 2ª feira, o compartilhamento com a Polícia Federal dos dados coletados em operação da Polícia Civil de São Paulo contra a produtora do filme.
