As taxas dos DIs fecharam a segunda-feira (24) próximas da estabilidade, conforme os agentes dividiram suas atenções entre o noticiário geopolítico externo, de olho nas sanções que os Estados Unidos anunciaram que iriam impor contra o Irã, e a avaliação das últimas pesquisas eleitorais.
No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,88%, ante o ajuste de 13,857% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,495%, ante o ajuste de 14,519%.
Em uma sessão de agenda econômica esvaziada, tanto localmente quanto no exterior, os agentes aguardaram os comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na busca de mais detalhes sobre as medidas que o país adotaria contra o Irã.
Entretanto, em coletiva de imprensa durante a tarde, Bessent se recusou a dizer quais países específicos serão alvo das sanções, ou quando essas sanções entrarão em vigor.
O Departamento do Tesouro anunciou novas sanções contra 60 indivíduos, entidades e embarcações, mas essa lista não incluía nenhuma das instituições financeiras chinesas suspeitas de facilitar o comércio de petróleo do Irã.
Enquanto isso, no noticiário doméstico, um levantamento BTG/Nexus divulgado nesta segunda-feira mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão em um cenário de empate técnico, com Lula com 46% das intenções de voto no segundo turno e Flávio com 45%.
