O Senado reduziu o ritmo de votações em plenário com o início da campanha eleitoral. Depois de três sessões deliberativas consecutivas de 11 a 13 de agosto, a Casa só prevê uma nova rodada de votações a partir de 31 de agosto.
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O calendário especial foi anunciado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda em julho. O planejamento estabelece semanas de esforço concentrado para permitir a continuidade dos trabalhos legislativos durante o período eleitoral.
A primeira rodada ocorreu às vésperas do início oficial da campanha, liberada em 16 de agosto. Neste ano, a movimentação eleitoral afeta diretamente o Senado: 54 das 81 cadeiras estarão em disputa em outubro.
Votações foram concentradas antes da campanha
A Câmara dos Deputados e o Senado acertaram o modelo para concentrar os trabalhos em períodos semelhantes. A estratégia facilita a análise de matérias que dependem de votação tanto de deputados quanto de senadores.
Alcolumbre afirmou que a organização do calendário busca compatibilizar a atividade legislativa com as demandas do período eleitoral.
Próximo esforço será presencial
Para a próxima rodada, Alcolumbre convocou os senadores a Brasília. Diferentemente da primeira semana, realizada de forma semipresencial, os trabalhos entre o fim de agosto e o início de setembro terão presença física dos parlamentares.
