Em junho de 2008, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots estreou exclusivamente para PlayStation 3. Sucessor do icônico e consagrado Snake Eater, o título cumpriu o dever de encerrar a saga iniciada por Hideo Kojima ainda nos anos 1980 - ao menos, cronologicamente.
Mesmo após a altíssima aclamação crítica, Guns of the Patriots seguiu “preso” na terceira geração de consoles da Sony. Na época, a ideia de “exclusivos temporários” ainda nem era cogitada. Apesar dos esforços da comunidade em resgatá-lo por meio da emulação em PCs, a experiência exigia hardwares poderosos e não entregava uma jogabilidade livre de bugs e falhas.
18 anos após sua estreia, Guns of the Patriots finalmente chegará a mais plataformas com em Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2, com lançamento previsto para a próxima quinta-feira (27). Assim como a primeira coletânea fez, o título reúne também outros jogos da franquia, como Peace Walker (exclusivo de PSP) e Ghost Babel (exclusivo de Game Boy Color), além conteúdos extras.
Mas afinal, valeu a pena esperar a Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2 para jogar Guns of the Patriots, ou a versão emulada já dava conta do recado? Confira, na análise abaixo.
Sinopses dos jogos em Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2
Por se tratar de uma coletânea, Metal Gear Solid: Master Collection Vol. 2 não altera a história ou eventos nos jogos, buscando apenas preservar sua essência com comodidades para as novas gerações de console.
