Em Brasília, nesta segunda-feira (24), o coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que o plano de governo do candidato prevê incentivos ao setor sucroenergético e aos biocombustíveis. A manifestação foi divulgada após críticas da oposição e de governistas a declarações de Flávio sobre o etanol feitas na última quinta-feira (20).
Em nota à imprensa, Marinho disse que Flávio Bolsonaro é “um defensor do setor sucroenergético e dos biocombustíveis” e afirmou que o plano de governo propõe transformar o Brasil em potência de biocombustíveis, fortalecer e ampliar o RenovaBio para o exterior e aplicar a Lei do Combustível do Futuro, com possibilidade de venda de créditos de carbono.
Segundo Marinho, o programa também reúne “formas eficientes e permanentes de incentivar o setor”. Entre as medidas citadas estão a possível redução de impostos incidentes sobre o etanol hidratado, simplificação tributária e crédito para inovação em biogás e hidrogênio verde.
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A nota foi divulgada em meio à repercussão negativa de uma fala de Flávio Bolsonaro em live semanal, quando disse que “a gasolina virou etanol” e criticou o aumento da mistura obrigatória do biocombustível na gasolina.
