A divisão de carros elétricos da Xiaomi fechou o segundo trimestre de 2026 na China com prejuízo operacional de 2,6 bilhões de yuans, mesmo registrando o recorde histórico de 104.199 entregas, contracorrente ao recuo do mercado local. O motivo se dá ao encarecimento de componentes e a pesados investimentos em inteligência artificial para sustentar a expansão do seu portfólio.
Embora os números representem o segundo trimestre consecutivo no vermelho, o resultado aponta uma melhora em relação ao primeiro trimestre do ano, quando o déficit foi de 3,1 bilhões de yuans. Além disso, a margem bruta da divisão automotiva encolheu significativamente, caindo de 198,2% para os 26,4% registrados no mesmo período do ano anterior.
A queda é explicada pelo aumento no custo de componentes, maiores investimentos em pesquisa e desenvolvimento, aportes crescentes no modelo de linguagem de IA da marca (chamado MiMo) e por uma menor proporção de vendas da versão topo de linha e mais lucrativa, a SU7 Ultra.Clique aqui para ler mais
