Justiça do Trabalho determina que Braskem pague plano de saúde de químico diagnosticado com leucemia na Bahia
Divulgação/Braskem
A decisão da Braskem de recorrer à recuperação extrajudicial marca o capítulo mais recente de uma crise que se arrasta há vários anos.
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O processo é resultado da combinação de três pressões: os custos bilionários do desastre geológico em Maceió, um período longo de margens mais baixas na indústria petroquímica global e o alto nível de endividamento.
A recuperação extrajudicial é um mecanismo que permite renegociar dívidas com credores fora de uma recuperação judicial tradicional, com posterior homologação da Justiça.
Esse cenário passou a afetar diretamente a capacidade da companhia de gerar caixa e manter o pagamento regular de suas obrigações. À medida que as despesas aumentavam e os resultados operacionais se enfraqueciam, o equilíbrio financeiro da empresa se deteriorava.
A seguir, o g1 explica os fatores que levaram a Braskem, maior petroquímica da América Latina, a enfrentar uma das crises mais profundas de sua história.
O desastre em Maceió
Crise no setor petroquímico
Dívida elevada e pressão financeira
Mudança no controle e reestruturação
Impasse com credores e recuperação judicial
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O desastre em Maceió
É difícil separar a origem da crise financeira da companhia do desastre ambiental em Maceió.
Desastre em Maceió, dívida alta e queda no setor: o caminho da Braskem até a recuperação extrajudicial
