Datafolha no 2º turno: Lula, 47%; Flávio Bolsonaro, 43%
As propostas dos candidatos à Presidência da República nas Eleições 2026 para a política externa do Brasil incluem a aproximação de países da Ásia e da África, dos Estados Unidos, fortalecimento do Mercosul e saída do Brics. (Veja as propostas de cada candidato)
Ao fazer o pedido de registro de candidaturas, os candidatos também apresentaram suas respectivas propostas para o governo.
Os planos de governo dos cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto - Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) - destinaram capítulos específicos à política externa.
Algumas das propostas são comuns aos candidatos, como:
ampliação de parcerias comerciais;
abertura de novos mercados para as exportações brasileiras; e
fortalecimento de alguns blocos econômicos, como o Mercosul.
Mas também há pontos de divergência. Lula, por exemplo, defende que o Brasil aprofunde as relações com o Brics. Zema, por sua vez, diz que vai retirar o Brasil do bloco se eleito. Renan Santos fala em ter uma relação mais "pragmática" com o grupo, reduzindo a dependência em relação à China, principal parceira comercial do Brasil.
Os candidatos também fazem referência à soberania nacional em seus planos de governo, defendendo, em linhas gerais, que o Brasil não tenha alinhamento automático com alguns países nem se deixe guiar por ideologias.
Presidenciáveis querem Brasil próximo da Ásia e EUA, fortalecer o Mercosul e deixar o Brics; veja propostas para política externa
