O segundo bloco do primeiro debate presidencial de 2026 foi marcado por perguntas feitas por jornalistas aos candidatos à presidência da República. Ronaldo Caiado (PSD) criticou a postura do Itamaraty, Renan Santos (Missão) se posicionou contra o fim da escala 6×1 e Augusto Cury saiu em defesa do agronegócio nacional.
Na primeira pergunta, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) foi questionado sobre sua postura de defesa de que a gestão da segurança pública deveria ser executada pelas unidades federativas e sobre sua opinião a respeito do uso de câmeras corporais em policiais militares.
Caiado aproveitou a pergunta para criticar o cenário atual do país e dizer que o atual governo é conivente com as facções criminosas e “se ajoelhou para o crime”. Ele defendeu o uso de IA (inteligência artificial), treinamento dos batalhões, integração das forças de segurança e o respeito à autoridade dos governadores na gestão dessa área.
Renan Santos (Missão) foi o escolhido para comentar a resposta de Caiado e acusou o governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de concentrar o poder na gestão da segurança pública. “O PT tem uma volúpia por poder. O PT quer concentrar o exercício da violência nas mãos dele. Não para atacar bandido. O PT quer segurar a polícia. O PT é inimigo das polícias em todos os estados”, afirmou o candidato.
