Foi interessante observar como o inverno de 2025-2026 no hemisfério norte levou velhas mentiras a serem difundidas como fatos científicos comprovados. Esse tipo de estratégia procura disfarçar os momentos em que a natureza não coopera com o discurso. Depois que o ano inflado de 2024 foi apresentado como o “mais quente de todos os tempos”, sem que se esclarecesse a extensão desse “tempo”, um período de frio intenso interrompeu o ciclo e expôs a fragilidade da hipótese científica da “estufa de CO₂”. A ambiguidade também apareceu com frequência: um mesmo fenômeno serviu para “provar” que o homem e suas atividades alteram o clima da Terra. Tentar esconder esse fato com o verão europeu de 2026, ao transformar um quadro meteorológico específico em condição climática, é pura cortina de fumaça.
Comecemos pelo frio, que interrompeu a sequência de supostas altas temperaturas justamente quando a atividade solar estava no pico do ciclo e a cobertura de nuvens baixas registrava um dos menores níveis desde o início das medições por satélite. Esses fatos foram tratados como “meras coincidências”, é claro. Afinal, para os defensores dessa tese, pouco importariam tanto a radiação solar de ondas curtas que chega ao planeta quanto o efeito das nuvens sobre sua passagem pela atmosfera.
