Amy Winehouse morreu em 23 de julho de 2011, aos 27 anos, vítima de intoxicação alcoólica acidental. Sua morte a inseriu no famoso e trágico "Maldição do Clube dos 27", um mito urbano ou uma lenda urbana que agrupa músicos e artistas geniais que morreram precocemente nessa mesma idade. O guitarrista Jimi Hendrix, a cantora Janis Joplin, o vocalista do The Doors, Jim Morrison, Kurt Cobain, ícone do movimento grunge e líder do Nirvana, e Brian Jones, um dos fundadores da banda Rolling Stones, são alguns dos artistas que fazem parte da lista. Em comum, talento de sobra e consumo excessivo de drogas e álcool.
Amy morre para se tornar uma mártir, ícone de uma juventude rebelde e confusa. Uma artista ousada, polêmica, com sua voz indiscutivelmente marcante, uma diva do jazz branca. Mas para os fãs do rock, uma constatação que volta a roda é irresistível de ser debatida: mais um gênio da música pop que se vai deixando um legado meteórico com dois discos Frankie (2003) e Back To Black (2006), imortalizados com músicas viscerais e cheias de verdade.
E como um cara sempre curioso e ávido por música sai de casa nesse sábado (22), fui até ao The Rock e lá tive o privilégio de assistir o show da cantora, compositora e instrumentista Clariana. Como uma baiana da gema colocou o seu tempero e transformou a paixão por Amy Winehouse em um dos projetos musicais mais elogiados do país: o Amy Reggaehouse.
