O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) criou uma Sala Nacional de Situação Climática para acompanhar possíveis impactos de eventos extremos nas Eleições 2026.
A estrutura vai monitorar riscos como chuvas intensas, enchentes, secas e outros fenômenos que possam afetar a votação em todo o país.
A criação da sala foi oficializada pela Portaria TSE nº 527/2026, publicada nesta quinta-feira (20) no Diário da Justiça Eletrônico.
O objetivo é antecipar problemas e ajudar a garantir que a votação ocorra com segurança e continuidade mesmo em situações de emergência.
Monitoramento diário
A sala vai acompanhar diariamente as previsões meteorológicas, os alertas de enchentes e outros desastres naturais. As informações serão reunidas para identificar áreas consideradas mais vulneráveis e verificar quais locais de votação podem ser afetados.
Também serão avaliados possíveis riscos para as urnas eletrônicas, os prédios onde ocorrerá a votação, o transporte de materiais, o fornecimento de energia elétrica e os sistemas de comunicação.
A partir desse monitoramento, poderão ser produzidos boletins, mapas de risco e relatórios. A equipe também poderá recomendar medidas para situações de emergência.
Quais medidas podem ser adotadas?
Entre as possibilidades, estão a definição de locais de votação de reserva, criação de rotas emergenciais para o transporte de urnas e materiais, e reforço dos sistemas de comunicação.
