Podemos chegar a um consenso de que a primeira versão do Nintendo Switch tirou leite de pedra e entregou alguns dos melhores jogos first-party da história da empresa, mesmo com seu hardware modesto. Dito isso, é gostoso imaginar quantos títulos do Big N se beneficiariam do poder de fogo do console mais novo.
Alguns jogos, no entanto, demandam atualizações de Switch 2 “para ontem”, dadas as concessões que sofreram para serem executadas no Switch original. Luigi’s Mansion 3, por exemplo, é um que pode ficar tranquilamente para o fim da fila, uma vez que continua lindo e ainda ganhou um empurrão de qualidade com o auxílio do boost mode em modo portátil.
A franquia Xenoblade, por sua vez, da trilogia original a Xenoblade Chronicles X, foi uma das mais limitadas pela arquitetura do primeiro Switch. Afinal, são RPGs colossais, com mundos cuja escala vai além das capacidades gráficas de um videogame de 2017, apesar de o pequeno híbrido operar milagres só por fazê-los rodar.
A sofrência de Xenoblade Chronicles 2 no primeiro Switch
Em primeiro lugar, se você ainda não conhece a série Xenoblade, idealizada pelo mestre Tetsuya Takahashi, também responsável pelos clássicos Xenogears e Xenosaga, recomendo que você acesse a análise de Xenoblade Chronicles 2 produzida por Mikhael Narduci aqui no portal.
