O presidente colombiano Abelardo de la Espriella acabou com os programas jornalísticos da mídia estatal no país vizinho. A decisão cancelou os noticiários de 20 emissoras de rádio para estancar o gasto de dinheiro público e encerrar a propaganda política no setor.
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A gestão de Espriella trocou o a programação estatal por uma grade musical transmitida de Bogotá. O Ministério da Tecnologia da Colômbia justificou a medida pelo custo excessivo da estrutura, que consumia 90% dos recursos do sistema público de comunicação. A pasta afirmou que a rede funcionava como "aparato de propaganda" partidária do governo de Gustavo Petro.
Organizações regionais de imprensa criticaram a mudança. A Fundação para a Liberdade de Imprensa alegou perda de informação para moradores de áreas rurais.
Farra da EBC no Brasil
O governo brasileiro segue no caminho oposto ao do vizinho sul-americano. A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) como um cabide de empregos com salários altos para aliados políticos.
O pagador de impostos brasileiro financia uma estrutura estatal bilionária sem audiência relevante. A empresa pública acumula orçamentos recordes para bancar cabos eleitorais e divulgar a pauta oficial do Palácio do Planalto, revelando o lado negativo da mídia controlada pelo Estado.
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