As eleições deste ano terão 54 vagas em disputa no Senado. Dos atuais ocupantes das cadeiras, 13 decidiram não se candidatar em busca da reeleição ou outros cargos eletivos. Eles deixarão a Casa no fim do ano.
Como a CNN mostrou, 32 senadores tentam renovar o mandato na casa e outros 10 senadores tentarão se tornar governadores.
No geral, para os 13 que já têm saída definida, a decisão de não disputar o pleito foi motivada por decisões de composição política.
Para alguns, a escolha também envolveu o desejo de aposentadoria da vida pública. É o caso dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Rodrigo Pacheco (PSB-MG).
Paim tem 76 anos e está no Congresso desde 1987, quando foi eleito pela primeira vez como deputado federal. Depois de 40 anos, o congressista decidiu que não seguirá no Legislativo.
Pacheco também decidiu deixar a vida pública após um mandato como senador, em que ocupou a presidência da Casa por duas vezes.
Outros cargos
Os senadores Jader Barbalho (MDB-PA), Nelsinho Trad (PSD-MS), Dra. Eudócia (PSDB) e Daniella Ribeiro (PP-PB), são candidatos a vagas de suplência ao Senado.
Na disputa à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ) é cabeça de chapa do PL. Outro envolvido na corrida presidencial é o senador Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice na chapa com Romeu Zema (Novo-MG).
Para cadeiras na Câmara, os senadores Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Accioly (Republicanos-RR) registraram candidaturas.
