A Rockstar Games ainda não conseguiu identificar quem está por trás do Cyberleek nem descobrir exatamente como o grupo obteve acesso aos materiais de GTA 6 que começaram a circular nesta semana. As informações são do jornalista Jason Schreier, da Bloomberg, que ouviu uma pessoa familiarizada com a estratégia da empresa sob condição de anonimato.
O caso acontece quase quatro anos depois do gigantesco vazamento de GTA 6 que expôs dezenas de vídeos e imagens de uma versão ainda em desenvolvimento do jogo. Na ocasião, a Rockstar implementou uma série de mudanças nos protocolos de segurança, mas agora enfrenta novamente uma situação semelhante a poucos meses do lançamento do aguardado título.
Enquanto a investigação interna continua, o Cyberleek permanece ativo e segue publicando materiais. Depois de divulgar ontem um vídeo mostrando Jason dirigindo um carro esportivo durante a noite, o grupo retomou seu site por meio de uma estrutura descentralizada, enquanto a criptomoeda Cyberleek promovida pela campanha já movimentou US$ 22,1 milhões desde o início dos vazamentos.
Rockstar investiga origem do vazamento de GTA 6
Segundo a Bloomberg, a situação mobilizou a administração da Rockstar, que está trabalhando para descobrir a origem dos arquivos e identificar quem teve acesso ao conteúdo. A empresa ainda não sabe como a invasão ou obtenção dos materiais aconteceu, e a investigação continua enquanto novos vídeos aparecem na internet.
