A memória RAM tem papel crucial em qualquer computador. Resumidamente, ela é responsável por guardar informações essenciais para que o processador as resgate assim que achar necessário, de forma mais rápida do que seria com uma unidade de armazenamento, mesmo sendo um SSD NVMe. Imagine que tudo do PC vai para RAM e quando um jogo é aberto, ele disputa espaço com todo o sistema.
Todo jogo de PC tem um requisito de sistema. Dependendo do estúdio, são vários níveis de hardware com componentes de entrada até o entusiasta. Mas algo que tem ficado cada vez mais comum é a indicação, às vezes mínima, de 16 GB de RAM. O maior problema é que os requisitos não param de aumentar justamente no pior momento da história desse componente.
A demanda do PC em cima da memória RAM
O primeiro ponto a considerar é que um jogo nunca roda isolado no computador. O próprio sistema operacional, especialmente o Windows 11, consome uma fatia considerável de memória apenas para manter a interface, processos de segurança e serviços essenciais funcionando. Em um sistema recém inicializado, não é raro ver o uso de RAM variar entre 3 GB e 5 GB.
Somado a isso, o hábito do jogador moderno mudou. É quase padrão manter navegadores com dezenas de abas abertas, aplicativos de comunicação como o Discord, softwares de periféricos (mouse, teclado, iluminação RGB) e launchers como Steam ou Epic Games ativados em segundo plano.
