ALCÂNTARA - A tragédia do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1), que matou 21 profissionais no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, completa 23 anos neste sábado (22). A data ocorre apenas três dias após o lançamento do foguete suborbital SEBIT, da empresa sul-coreana Innospace, que teve o voo interrompido após apresentar um desvio de trajetória, sem deixar feridos ou causar danos às instalações.
Clique aqui para seguir o canal do Imirante no WhatsApp
Os dois episódios ocorreram em contextos diferentes e separados por mais de duas décadas, mas têm como ponto em comum o mesmo centro de lançamento. O acidente de 2003 marcou profundamente o Programa Espacial Brasileiro e levou à revisão de estruturas e procedimentos de segurança utilizados nas operações.
Releia:
Alcântara: 20 anos de um dos maiores acidentes com foguete da história
Foguete sul-coreano tem voo interrompido em Alcântara após desvio de trajetória, diz empresa
Foguete é lançado em Alcântara, mas voo é interrompido 35 segundos após a decolagem
Foguete sul-coreano tem lançamento previsto para esta quarta (19) em Alcântara
Entenda como o sistema FTS evitou riscos após falha no lançamento de foguete em Alcântara
Neste sábado, a Agência Espacial Brasileira (AEB) prestou homenagem às vítimas. Entre os mortos estavam engenheiros, técnicos, mecânicos e outros profissionais ligados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), com sede em São José dos Campos (SP).
