Modelo mais poderoso de GPU da NVIDIA para notebooks, a GeForce RTX 5090 Mobile impressionou em testes recentes de execução de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), atropelando o Apple M5 Max, SoC premium de última geração da Maçã. No entanto, o cenário muda drasticamente quando os modelos exigem alta capacidade de memória, momento em que a arquitetura unificada e a grande capacidade de DRAM da gigante de Cupertino vira o jogo.
A análise foi realizada pelo YouTuber Alex Ziskind, em um comparativo que colocou lado a lado um Razer Blade 18 com a RTX 5090 e um MacBook Pro de 16 polegadas. Ao reproduzir LLMs como Gemma 4 12B e Qwen 3.5 27B, o componente da NVIDIA liderou com folga o processamento de comandos e a geração de tokens. O segredo estaria no poder de fogo tradicional da placa e na arquitetura bastante otimizada para IA.
A maior fraqueza da 5090 aparece quando a complexidade aumenta e sua VRAM de 24 GB é lotada. Ao rodar o modelo Qwen 3 4B com um contexto longo de 262.144, a memória de vídeo é esgotada, o que faz o desempenho despencar para 25,28 tokens por segundo.Clique aqui para ler mais
