TIMBIRAS - A Justiça do Maranhão decidiu manter a suspensão imediata da pulverização aérea de agrotóxicos no município de Timbiras, localizado a cerca de 316 km de São Luís. A medida foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que seguiu o entendimento do Ministério Público Federal (MPF) e negou o pedido de uma empresa de aviação agrícola para retomar as atividades.
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A empresa alegava que os sintomas relatados por moradores, como queimaduras na pele, teriam sido causados por um suposto surto de sarna. No entanto, o Tribunal considerou que essa hipótese ainda precisa ser devidamente investigada, não sendo suficiente para derrubar a medida preventiva.
Proteção às comunidades tradicionais
A decisão judicial beneficia diretamente comunidades tradicionais da região, como São José, Baixa Nova e Maresia, que denunciaram episódios de possível contaminação após a passagem de aeronaves pulverizando agrotóxicos.
Moradores relataram uma série de sintomas, incluindo queimaduras na pele, vômitos e dores de cabeça.
