SÃO LUÍS - Guardas municipais de São Luís estiveram na Câmara Municipal nesta segunda-feira (11) para denunciar precarização das condições de trabalho, supostas perseguições internas e riscos à segurança enfrentados pela categoria durante o serviço nas ruas da capital.
Os servidores protocolaram dois abaixo-assinados na Presidência da Casa Legislativa e, segundo representantes da corporação, os documentos também foram encaminhados ao gabinete da prefeita Esmênia Miranda (PSD). Um dos abaixo-assinados reúne 346 assinaturas de guardas municipais de diferentes turmas e classes.
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Guardas municipais relatam falta de estrutura
Durante a manifestação, o guarda municipal de segunda classe Marcel Reis Monroe, aprovado no concurso público de 2022, afirmou que a corporação enfrenta falta de estrutura básica para atuação nas ruas.
Segundo ele, há deficiência de viaturas, ausência de equipamentos obrigatórios, como giroflex e sirenes, além de escassez de armamentos e condições inadequadas de descanso nos postos de trabalho.
“Nós não temos armamento suficiente para prestar o serviço de policiamento de rua. Guardas municipais são colocados em zonas de elevado risco sem armamento. Patrulhas são formadas, muitas vezes, com um único guarda armado e três desarmados”, declarou Monroe.
