O USTR (representante comercial dos Estados Unidos), Jamieson Greer, afirmou nesta segunda-feira (27) que as novas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump a 60 parceiros comerciais, sob a alegação de falta de rigor na aplicação de proibições ao trabalho forçado, provavelmente não terão impacto econômico significativo.
Segundo ele, as alíquotas de 10% ou 12,5% são semelhantes às adotadas em medidas tarifárias globais recentes.
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Em entrevista à Fox News, Greer afirmou que as novas tarifas previstas na Seção 301 abrangem um grupo menor de países do que a tarifa temporária universal de 10%, que expirou recentemente. Ainda assim, a agência informou que as medidas relacionadas ao trabalho forçado alcançariam 99,4% das importações americanas.
“Não acho que isso tenha impacto algum”, respondeu Greer ao ser questionado se as novas tarifas poderiam influenciar as decisões de política monetária do Federal Reserve nesta semana.
“Agora temos um conjunto de tarifas aplicado a um grupo menor, não ao mundo inteiro. Muitas das alíquotas são bastante semelhantes, então isso não deveria ter um impacto econômico diferente do que temos observado”, afirmou.
