Veja o momento que terremoto de magnitude 7,1 atinge o Japão
Após um terremoto de magnitude 7,1 atingir o sul do Japão nesta terça-feira (28), autoridades do país alertam que novos tremores podem ser sentidos por até uma semana.
➡️O abalo sísmico deixou mortos e dezenas de feridos na província de Kumamoto. O tremor causou danos a prédios e casas e também causou uma explosão dentro de um shopping na cidade de Kashima.
Minoru Kihara, chefe de gabinete do governo japonês, alertou a população para novos eventos semelhantes nos próximos dias.
"Pedimos a todos que permaneçam alertas para a possibilidade de novos terremotos de intensidade sísmica de até 7. Em particular, os moradores das áreas que sofreram os tremores mais fortes são aconselhados a manter a calma e acompanhar atentamente as informações de evacuação", afirmou.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), os tremores secundários que se seguem a um grande terremoto são chamados de réplicas.
⚠️As réplicas são abalos menores que ocorrem na mesma área em que foi registrado o chamado choque principal. Elas podem acontecer durante dias ou até anos após um terremoto mais significativo.
"De modo geral, as réplicas representam pequenos reajustes ao longo da porção da falha que deslizou no momento do choque principal. A frequência dessas réplicas diminui com o tempo", define o USGS.
Terremoto no Japão: por que novos tremores podem ser sentidos nos próximos dias?
